Logo depois, os participantes irão direto para a parada cosplay, que está programada para acontecer às 14h30 na Praça do Patriarca - Anhangabaú (R. Líbero Badaró com o Vd. do Chá, próximo ao metrô São Bento).
Confirme sua presença no facebook e chame seus amigos:
O aniversário do Mario Prateado, o casamento do Mario Prateado, trilha sonora de um grupo que eu não conheço nem peguei os contatos (valeu!), Fly Aguilera, Debbie Pixie, o maior segredo da Tinker Bell Man, u maior colecionador de Mega Drive do Brasil, Vovô Mark Stormtrooper, Hidan e o encontro cosplay, o mangá nacional Sky of Bolt, o clã dos Homens Aranha, entre outros e outras... São 32 minutos em HD que levaram 4 dias para serem editados.
Tenho algumas coisas pra revelar. Não sou fã de animes.
Tá, eu já fui muito fã de Cavaleiros do Zodíaco Isso foi por volta de 92/93, quando tinha 8 anos. Nessa época também estava louco para começar a assistir Dragon Ball, que ainda não passava na TV. Depois disso os anos se passaram e acabei perdendo o interesse por tudo o que fosse ficção. Hoje em dia nem filme eu vejo. Fora Cavaleiros do Zodíaco, o máximo que eu cheguei perto da cultura anime mesmo foi Jaspion*, Changeman, Flash Man, etc., pelo menos dos que eu lembro hoje.
Em 2000 instalaram a TV a cabo em casa. Entrei em contato com o mundo dos animes de novo. Embora não fosse algo que me animasse muito, me chamavam a atenção os gráficos das novas produções e a oportunidade de poder aprender mais alguma coisa sobre a cultura oriental.
Passei a ver principalmente Evangelion, mesmo que não acompanhasse episódio por episódio. Não me lembro de outros mais, mas um que sempre me vem à memória é um tal de Cowboy Bebop, uma estória futurista de caçadores de recompensas que vivem no espaço, dentro de uma nave. É um tipo de anime mais "adulto" e difere bastante dos mais conhecidos, cheios de batalhas intermináveis e de personagens à beira da morte pelas mãos do inimigo.
Um jazz eletrocutado como música de abertura me chamou bastante a atenção desde a primeira vez que vi, mas o hobby da fotografia talvez explique essa minha predileção. A opção por se moldar a trama do desenho segundo a cultura do cinema norte-americano fez com que buscassem dar uma atenção maior aos quadros que compõem a estória, como se uma estória em quadrinhos tomasse vida em um filme de ação.
Se querem a opinião de um fotógrafo, a fotografia do anime e o próprio anime são fantásticos, do tipo de fotografia que gosto de fazer e faria em uma animação ou filme.
No YouTube pude encontrar um canal com todos os episódios do anime. E o melhor: legendadas. Nele também é possível assistir episódios de outros animes. Fica a dica.